Asco me toca. Que frivolidade exacerbada esta que acomete a todos.
Os tempos, mais que nunca, são difíceis. Há certa gravidade permeando nossas vidas sem que percebamos...
Apenas alguns loucos a conhecem....
Desconhecendo-a no mais íntimo de seu ser.
Tudo isso é um brado à irreflexão. Um brinde ao não-ser...
Estamos todos loucos, afinal de contas... pondo nossas atenções naquilo que se faz improdutivo - infértil.
O que é do ser humano senão um não fazer sentido?
O que é ele senão a profusão de leviandades e irrelevâncias?
E o que toca com suas mãos, senão a dura e mentirosa comungação - o dissimulado lugar comum?
Que país é esse? Que pessoas pessoas são essas?
Reunidas em torno de um grande nada como insetos em torno da luz, extasiados.
Foi isso o que plantaram as gerações revolucionários anteriores?
Essa falta de comprometimento?
Estarei discorrendo acerca de bobagens?
Sendo o verdadeiro e único tolo dessa história?
Talvez... ms isso é matéria que me é alheia.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Heavens
Cada passo que dou me afasta mais e mais do céu. As nuvens, ao longe, se dissipam ao vislumbre de um olhar perdido.
Amores, paixões, medos... Tomam conotações diversas, tornam-se quimeras prestes a me devorar inteiro.
Não toco mais, nunca toquei, a leve certeza que tem os tolos. A verdade que não queria me está entregue
Em minhas mãos... Como o pó que é lançado, pelo vento, em meu rosto, incomodando-me.
Espinho na carne que é.
Eu sei a verdade. Eu sei minha verdade e antes a desconhecesse... ah, mais e mais Feliz eu seria.
Todos os dias ciente de minha sorte; minha sorte, minha maldição...
Os olhos, cansados, mas ainda ávidos, não sabem o que querem mais...
Paixões... mil por dia. Amor... só um.
Todavia não sou mais feliz por isso, ah, inferno de Amar... sozinho, na calada da noite adentro...
Pensando, cogitando, me iludindo.
Por isso, torno meus passos espassos...
Desconheço contentamento. Sinto, apenas, na pele nua, um gosto que marca amargamente...
Como que a pena por não saber...
É... não sei de muitas coisas...
Sei somente do vento vivo, que toca minh'alma e faz-me lembrar: Estou vivo!
Ainda estou vivo.
Amores, paixões, medos... Tomam conotações diversas, tornam-se quimeras prestes a me devorar inteiro.
Não toco mais, nunca toquei, a leve certeza que tem os tolos. A verdade que não queria me está entregue
Em minhas mãos... Como o pó que é lançado, pelo vento, em meu rosto, incomodando-me.
Espinho na carne que é.
Eu sei a verdade. Eu sei minha verdade e antes a desconhecesse... ah, mais e mais Feliz eu seria.
Todos os dias ciente de minha sorte; minha sorte, minha maldição...
Os olhos, cansados, mas ainda ávidos, não sabem o que querem mais...
Paixões... mil por dia. Amor... só um.
Todavia não sou mais feliz por isso, ah, inferno de Amar... sozinho, na calada da noite adentro...
Pensando, cogitando, me iludindo.
Por isso, torno meus passos espassos...
Desconheço contentamento. Sinto, apenas, na pele nua, um gosto que marca amargamente...
Como que a pena por não saber...
É... não sei de muitas coisas...
Sei somente do vento vivo, que toca minh'alma e faz-me lembrar: Estou vivo!
Ainda estou vivo.
domingo, 1 de julho de 2012
Farto disso tudo aqui
Não há momentos.
Não há momentos, não há momentos. Não há realizações!
Há somente um grande e obscuro desejo.
Abrindo sua boca voraz ao mundo.
Não há os momentos.
Não existe a constatação.
Tudo que minha fome engoliu
Não passou de mera ilusão.
Pés, no chão, fincados.
Mãos e cotovelos, também.
É chegado "o momento"...
Daqueles que nunca vêm!
Há um grande vazio ao meu lado.
Silencioso, ao meu lado, na cama.
Comungando dos pesadelos que tive,
Nas minha trevas, jogado na lama.
Não há momentos, não há momentos. Não há realizações!
Há somente um grande e obscuro desejo.
Abrindo sua boca voraz ao mundo.
Não há os momentos.
Não existe a constatação.
Tudo que minha fome engoliu
Não passou de mera ilusão.
Pés, no chão, fincados.
Mãos e cotovelos, também.
É chegado "o momento"...
Daqueles que nunca vêm!
Há um grande vazio ao meu lado.
Silencioso, ao meu lado, na cama.
Comungando dos pesadelos que tive,
Nas minha trevas, jogado na lama.
domingo, 20 de maio de 2012
Intrincado
Primeiro vem a impotência.
Depois me toca a negação.
Sou tomado pelo medo,
Perco-me, em meu próprio coração.
Sinto raiva, senti raiva, confesso...
Mas senti pena, também.
Aquela criatura, coitada, tinha medo, meu bem.
Sinto-me despojado... e o fui, ó grande civilização...
Roubaram-me mais pensamentos de que de bens materiais.
Depois me toca a negação.
Sou tomado pelo medo,
Perco-me, em meu próprio coração.
Sinto raiva, senti raiva, confesso...
Mas senti pena, também.
Aquela criatura, coitada, tinha medo, meu bem.
Sinto-me despojado... e o fui, ó grande civilização...
Roubaram-me mais pensamentos de que de bens materiais.
domingo, 11 de março de 2012
Sem Título
(...) o medo obscuro em face do Medo!
No abismo negro lentamente caindo.
O céu e o sol atrás... de sua vista... sumindo!
E ele nada é senão... o próprio abismo em chamas e gritos.
E tormentos e horrores.
Sabores...
De velhos e novos gostos sepulcrais.
Imaculados na sua pureza eternarnamente impura.
Tão controversamnete ao próprio e primeiro Amor!
Só o calor dos tempos faz esquecer...
O que a sombra das eras deixaram!!!
Sem que se faça alárdia nenhuma!!!
Silenciosamnete e calmo... como a brisa da manhã solitária.
Sozinha!
Silenciosamnete e plácido... como o mar que se tinha!!!
E que secou na incorrespondência.
O fio? A meada? Já se perdeu desde há muito.
Só existem os passos! E laços.
E beijos. E abraços.
Só!
No abismo negro lentamente caindo.
O céu e o sol atrás... de sua vista... sumindo!
E ele nada é senão... o próprio abismo em chamas e gritos.
E tormentos e horrores.
Sabores...
De velhos e novos gostos sepulcrais.
Imaculados na sua pureza eternarnamente impura.
Tão controversamnete ao próprio e primeiro Amor!
Só o calor dos tempos faz esquecer...
O que a sombra das eras deixaram!!!
Sem que se faça alárdia nenhuma!!!
Silenciosamnete e calmo... como a brisa da manhã solitária.
Sozinha!
Silenciosamnete e plácido... como o mar que se tinha!!!
E que secou na incorrespondência.
O fio? A meada? Já se perdeu desde há muito.
Só existem os passos! E laços.
E beijos. E abraços.
Só!
quarta-feira, 7 de março de 2012
Pensamentos voam
Pensando em escrever nada. Pensando em não pensar em nada! Pensando em viver e em não viver...
Complicado? De forma alguma; a mais simplista da visões me toca! E toca-me com tamanho e imenso furor...Que se torna fácil me perder dos passos atrás de mim... Esta é a pior parte disso aqui: não ter fundamentos, ser sempre passo novo! Vida nova!
Um pouco de uma verdade qualquer seria bem-vida. Uma realidade que, de fato, provasse...
Oh, senhor das confusões! Que passos são os teus?
Enquanto a verdade que desconheço não chega... me achego mais de minha dor, a saber...
Sem saber!
Impessoal!
Complicado? De forma alguma; a mais simplista da visões me toca! E toca-me com tamanho e imenso furor...Que se torna fácil me perder dos passos atrás de mim... Esta é a pior parte disso aqui: não ter fundamentos, ser sempre passo novo! Vida nova!
Um pouco de uma verdade qualquer seria bem-vida. Uma realidade que, de fato, provasse...
Oh, senhor das confusões! Que passos são os teus?
Enquanto a verdade que desconheço não chega... me achego mais de minha dor, a saber...
Sem saber!
Impessoal!
Breve Pensamento
Tangenciar uma verdade que desconheço.
Sentí-la no meu âmago inundando toda a carne.
Queimando todo erro.
Esclarecendo toda dúvida!
Tangenciar algo maior que eu!
E sentir-me dele e sentí-lo meu...
Disformes como o vento.
Sentí-la no meu âmago inundando toda a carne.
Queimando todo erro.
Esclarecendo toda dúvida!
Tangenciar algo maior que eu!
E sentir-me dele e sentí-lo meu...
Disformes como o vento.
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