Pensando em escrever nada. Pensando em não pensar em nada! Pensando em viver e em não viver...
Complicado? De forma alguma; a mais simplista da visões me toca! E toca-me com tamanho e imenso furor...Que se torna fácil me perder dos passos atrás de mim... Esta é a pior parte disso aqui: não ter fundamentos, ser sempre passo novo! Vida nova!
Um pouco de uma verdade qualquer seria bem-vida. Uma realidade que, de fato, provasse...
Oh, senhor das confusões! Que passos são os teus?
Enquanto a verdade que desconheço não chega... me achego mais de minha dor, a saber...
Sem saber!
Impessoal!
quarta-feira, 7 de março de 2012
Breve Pensamento
Tangenciar uma verdade que desconheço.
Sentí-la no meu âmago inundando toda a carne.
Queimando todo erro.
Esclarecendo toda dúvida!
Tangenciar algo maior que eu!
E sentir-me dele e sentí-lo meu...
Disformes como o vento.
Sentí-la no meu âmago inundando toda a carne.
Queimando todo erro.
Esclarecendo toda dúvida!
Tangenciar algo maior que eu!
E sentir-me dele e sentí-lo meu...
Disformes como o vento.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Aprendizado
Que lições posso tirar disso?
Que novo modo de ver o mundo?
Que nova perspectiva terei?
Tudo isso depende...
De você já vê o mundo de forma diversa!
De você já não ter, mas ser uma perspectiva!
De você não tirar, mas sim dar lições!
Sem arrogância. Sem prepotência. Humildemente!
Dessa forma sorverás as conotações
De todas as interrogações que ora fazes!
Que novo modo de ver o mundo?
Que nova perspectiva terei?
Tudo isso depende...
De você já vê o mundo de forma diversa!
De você já não ter, mas ser uma perspectiva!
De você não tirar, mas sim dar lições!
Sem arrogância. Sem prepotência. Humildemente!
Dessa forma sorverás as conotações
De todas as interrogações que ora fazes!
Ânsias
Anseio gritar não nutrir mais ilusões!
Desligar-me de tudo isto que me prende aqui.
Não ter mais, nem ser mais este ponto de fraqueza latejante.
Ah, como desejo.
Porém, o sabor de tantas desilusões não basta para cessar meu anseio primeiro.
Não basta para desatrelar dos meus passos a queda.
Então, cairei de novo. Ciente disso!
Faminto por isso; resignado por isso.
Entretanto, nem satisfação me toca.
Todo meu prazer é cor que desbota.
É aquele pouco mais de insatisfação.
É tal que perco a noção...
Não sei mais porque me disponho ao que amo.
Nem amo mais. Simplesmente, aceito.
Como uma doce loucura entorpecendo meus sentidos e razão.
Não julgo lúcidas as escolhas que faço.
Tampouco as bocas que beijo, os braços que abraço.
Não há lucidez; há somente dependência!
Nada daquele algo impalpável que desejo tocar...
[com minhas mãos.
Nada dele. Só a ausência.
Continuar?
Eu continuo. Mesmo sem saber...
Porquê.
Mesmo a me maldizer.
Afinal, se eu soubesse, que graça teria?
(Nunca ninguém disse que seria engraçado!)
Desligar-me de tudo isto que me prende aqui.
Não ter mais, nem ser mais este ponto de fraqueza latejante.
Ah, como desejo.
Porém, o sabor de tantas desilusões não basta para cessar meu anseio primeiro.
Não basta para desatrelar dos meus passos a queda.
Então, cairei de novo. Ciente disso!
Faminto por isso; resignado por isso.
Entretanto, nem satisfação me toca.
Todo meu prazer é cor que desbota.
É aquele pouco mais de insatisfação.
É tal que perco a noção...
Não sei mais porque me disponho ao que amo.
Nem amo mais. Simplesmente, aceito.
Como uma doce loucura entorpecendo meus sentidos e razão.
Não julgo lúcidas as escolhas que faço.
Tampouco as bocas que beijo, os braços que abraço.
Não há lucidez; há somente dependência!
Nada daquele algo impalpável que desejo tocar...
[com minhas mãos.
Nada dele. Só a ausência.
Continuar?
Eu continuo. Mesmo sem saber...
Porquê.
Mesmo a me maldizer.
Afinal, se eu soubesse, que graça teria?
(Nunca ninguém disse que seria engraçado!)
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Sinto-me
O que estou fazendo de minha vida ao fazer o que faço?
Será que não é evidente meu tropeço, meu desgaste?
E sendo, não deveria eu refreiar meus passos?
Sim, deveria eu fazê-lo!
Mas este algo que me impele é maior que minha vontade!
É um não-ser mais que meu ser!
É meu inconsciente clamando por animálica liberdade!
Então me dispo de mim!
Afasto, de meu cerne, alguns valores cabrestais!
Mas nunca o faço demais!
Vejo-me. Toco-me. Sinto-me. Como criatura mundana que sou!
Cheiro. Como. Bebo. Todo meu torpor!
E desvaneço em minhas próprias inglórias mãos!
Até o luzente brilho da razão me salvar!
Sou eu novamente! Sem ser eu e sendo eu!
Estando cru e nu perante meus negros olhos!
Sem entender... o porque faço!
Simplesmente... faço esta vida... assim!
E passo!
Será que não é evidente meu tropeço, meu desgaste?
E sendo, não deveria eu refreiar meus passos?
Sim, deveria eu fazê-lo!
Mas este algo que me impele é maior que minha vontade!
É um não-ser mais que meu ser!
É meu inconsciente clamando por animálica liberdade!
Então me dispo de mim!
Afasto, de meu cerne, alguns valores cabrestais!
Mas nunca o faço demais!
Vejo-me. Toco-me. Sinto-me. Como criatura mundana que sou!
Cheiro. Como. Bebo. Todo meu torpor!
E desvaneço em minhas próprias inglórias mãos!
Até o luzente brilho da razão me salvar!
Sou eu novamente! Sem ser eu e sendo eu!
Estando cru e nu perante meus negros olhos!
Sem entender... o porque faço!
Simplesmente... faço esta vida... assim!
E passo!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Noite Passada
Ontem, a noite foi de explosão.
Os risos tornaram-se, de súbito, lamentos...
E me vi, assim, entregue a mim...
Mais uma vez, sem nada!
Ontem à noite, eu morri em parte.
E hoje, durante o dia, guardei luto.
Fui de meu começo ao meu fim
Sentindo todo este sentimento bruto.
Agora não há mais o sonho.
A esperança se escondeu sob meu árido solo.
Frustrarei toda luz...
Que ainda em meu peito consolo!
Ó vida, o que dizer de ti?
Que caminhos, que caminhos a seguir?
Sendo a boca tão pequena e os passos tão atrelados?
Os risos tornaram-se, de súbito, lamentos...
E me vi, assim, entregue a mim...
Mais uma vez, sem nada!
Ontem à noite, eu morri em parte.
E hoje, durante o dia, guardei luto.
Fui de meu começo ao meu fim
Sentindo todo este sentimento bruto.
Agora não há mais o sonho.
A esperança se escondeu sob meu árido solo.
Frustrarei toda luz...
Que ainda em meu peito consolo!
Ó vida, o que dizer de ti?
Que caminhos, que caminhos a seguir?
Sendo a boca tão pequena e os passos tão atrelados?
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O tempo
O tempo.
O tempo é um bom companheiro?
É um falso amigo?
É somente invenção de mentes ávidas pelo sonho de controlar a vida?
O tempo.
O tempo e uma pedra!
O tempo é uma pedra.
Meu tempo... que me nega!
Que sou eu perante ti, ó tempo?
Que faço averso a ti... ó tempo?
Quem sou eu em teus registros?
Quem sou eu em teus nomes?
Quem és tu... em mim?
Um assossego, tempo? Uma mentira?
Uma infâmia que tenho que engolir a seco?
Uma insatisfação?
O que és tu... tu de longa data quando esta, sequer, existia?
Quem, ó tempo, te deu o direito?
De me roubar...?
Comprazer-me de ti? Em homenagem a ti?
Nunca. És esta marca que me marca e me frusta...
Pela simplicidade com que passas...
Fazendo passar... meu sonho... Meu anelo.
Meu desejo!
Tempo, tempo, tempo...
Não te farei nenhum pedido!
Por hoje não.
O tempo é um bom companheiro?
É um falso amigo?
É somente invenção de mentes ávidas pelo sonho de controlar a vida?
O tempo.
O tempo e uma pedra!
O tempo é uma pedra.
Meu tempo... que me nega!
Que sou eu perante ti, ó tempo?
Que faço averso a ti... ó tempo?
Quem sou eu em teus registros?
Quem sou eu em teus nomes?
Quem és tu... em mim?
Um assossego, tempo? Uma mentira?
Uma infâmia que tenho que engolir a seco?
Uma insatisfação?
O que és tu... tu de longa data quando esta, sequer, existia?
Quem, ó tempo, te deu o direito?
De me roubar...?
Comprazer-me de ti? Em homenagem a ti?
Nunca. És esta marca que me marca e me frusta...
Pela simplicidade com que passas...
Fazendo passar... meu sonho... Meu anelo.
Meu desejo!
Tempo, tempo, tempo...
Não te farei nenhum pedido!
Por hoje não.
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